26 de dezembro de 2012

Novos Corpos Sociais e Plano de Actividades para 2013

No dia 19 de Dezembro de 2012, na Lourinhã, decorreu a Assembleia Geral electiva da AIHO para o mandato 2013-2015. Foram eleitos novos Corpos Sociais, com ligeiras alterações na sua composição, e foi definido o plano de actividades para o ano 2013.

O Plano de Actividades e a composição dos Corpos Sociais estão disponíveis para consulta:
  • Plano de Actividades (aqui);
  • Corpos Sociais 2013-2015 (aqui).

21 de dezembro de 2012

Simpósio de formação: Tractores agrícolas - segurança e manutenção

A AIHO está a promover um simpósio de formação sobre utilização segura e manutenção de tractores agrícolas, que decorrerá no Sábado, dia 5 de Janeiro de 2013, pelas 9h30 nas instalações da Louricoop. 

A formação será ministrada por técnicos da New Holland e da Joper / Tomix, empresas que montarão um parque de máquinas nas instalações da Louricoop de forma a possibilitar a visualização e a prática de algumas operações.

Inscreva-se já!     telf. 914463109
(insc. limitadas) - interprofissional@gmail.com

Sócios AIHO: 10€
Não Sócios: 15€
(inclui almoço e diploma)

Os polinizadores apoiam a actividade agrícola - STEP

No âmbito do  projecto Europeu STEP (Status and Trends of European Pollinators), está a ser desenvolvido um trabalho ligado ao uso de serviços de polinização com o objectivo de maximizar a produção de campos agrícolas. Este é um tema de especial importância para o sector hortícola, pois muitas das nossas culturas dependem da actividade de insectos auxiliares que promovem a polinização e, portanto, um melhor vingamento e calibre dos frutos.

Em colaboração com os promotores do projecto a AIHO vai divulgar no seu site, em Português, as folhas informativas emitidas sobre este tema:

Os polinizadores apoiam a produtividade agrícola (aqui).

20 de dezembro de 2012

Culturas sem solo - que dificuldades encontramos hoje no campo?


Texto publicado no caderno de resumos do simpósio "Culturas sem solo e as novas tecnologias".
por Eng. Carla Miranda. 
 
O sistema de culturas sem solo tem vindo nos últimos anos a aumentar significativamente de importância. Por um lado, devido ao crescente aumento das áreas de produção em localizações anteriormente ocupadas por floresta, por outro, pelo cansaço demonstrado por zonas onde a horticultura é centenária

Os diferentes tipos de solo na mesma exploração e a heterogeneidade e comprometimento da qualidade de produção são outras razões pelas quais os agricultores tanto têm optado por este sistema de condução. Contudo, constatam-se diariamente diversos estrangulamentos à aplicação deste sistema. No caso concreto da Região Oeste destacamos os seguintes:

10 de dezembro de 2012

A evolução das culturas sem solo na Região Oeste

Texto publicado no caderno de resumos do simpósio "Culturas sem solo e as novas tecnologias".
por Eng. João Loureiro

A Região Oeste é desde há muito tempo reconhecida pelo seu potencial produtivo no sector hortícola. O surgimento da primeira estufa a produzir em sistemas de cultivo sem solo data de 1997 e localizava-se na Silveira, na exploração agrícola Sociroques, lda e a sua primeira cultura foi curiosamente o tomate, numa área de 1500m2, embora não tenha sido a mesma a motivar a implementação deste sistema. Na época a cultura do feijão verde assumia especial importância e a sua produção estava em risco devido aos problemas de solo consequentes de uma monocultura com especial relevo no mercado nacional e até internacional. Como forma de dar continuidade aos níveis de produção praticados e contornar os problemas radiculares surgiu a ideia de produzir esta cultura em substrato. A lã de rocha foi a primeira opção encontrada, porque era na altura o substrato mais adequado e disponível no mercado. Esta matéria prima era conjugada com um sistema de fertirrega rudimentar comparativamente com os sistemas actuais, o primeiro programador de rega foi uma adaptação a partir de equipamentos de jardinagem e não considerava o factor radiação solar na tomada de decisão.